São plantas
fanerógamas, com órgãos sexuais aparentes, incluindo todas aquelas que produzem
flores. Constituem um grupo de plantas vasculares com sementes não encerradas
no interior de frutos, formado predominantemente por árvores, sendo menos
comuns os arbustos (Ephedra) e as lianas (Gnetum).
O
nome Gymnosperma, que literalmente significa “semente nua”, representa uma das
principais características das plantas pertencentes a quatro divisões:
Cycadophyta (as cicadáceas), Ginkgophyta (maindenhair tree, ginkgo),
Conyferophyta (coníferas) e Gnetophyta (gnetófitas). Existem cerca de 720
espécies de gimnospermas viventes, sendo algumas frequentemente dominantes em
grandes áreas.
A maior parte das gimnospermas ocorre em
áreas temperadas do Hemisfério Norte, chegando a ser o elemento dominante das
florestas perto do Círculo Ártico. No Brasil estão pouco representadas,
contabilizando cerca de 3% do total de espécies existentes no mundo.
A semente foi um das mais importantes inovações que apareceram durante a evolução das plantas vasculares e um dos fatores responsáveis pela dominação das plantas com sementes “espermatófitas”, na flora atual.
Tradicionalmente
as gimnospermas são divididas em quatro grupos diferentemente tratados pelos
diversos autores, tendo sido aqui adotada a terminologia empregada por (Judd et
al., 2008): as Cycadales (representadas no Brasil pela família Zamiaceae), as
Ginkgoaceae (não representadas no Brasil), as coníferas (representadas no
Brasil por Araucariaceae e Podocarpaceae) e as Gnetales (representadas no
Brasil por Ephedraceae e Gnetaceae).
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